Uma das maiores preocupações dos condomínios ao pintar a garagem é o tempo que as vagas ficam indisponíveis. Entender a diferença entre secagem e cura ajuda a planejar a obra e a liberar o piso na hora certa, sem comprometer o resultado.
Secagem ao toque x cura completa
A secagem ao toque acontece em poucas horas: o piso para de grudar. Já a cura completa, quando a resina atinge a resistência máxima, leva mais tempo, geralmente alguns dias. Liberar veículos antes da cura é o erro que mais danifica pisos novos.
Quando liberar cada uso
- Pedestres: costumam ser liberados após a secagem ao toque, em geral no dia seguinte.
- Veículos leves: após alguns dias, conforme a orientação do produto e do clima.
- Tráfego pleno: só após a cura completa, garantindo a resistência total.
Atenção: os prazos variam com o tipo de epóxi, a temperatura e a umidade do ar. Dias frios e úmidos prolongam a cura.
Como reduzir o impacto nas vagas
A solução clássica é dividir a garagem em setores: enquanto um trecho cura, o outro segue em uso. Os moradores são avisados de quando cada área pode receber carros de novo.
Dica: agende a obra para períodos de menor uso da garagem e siga à risca os prazos de liberação indicados pela equipe.
Contato: a Pintura SP planeja a pintura da garagem por setores, respeitando o tempo de cura. Fale com a gente pelo (11) 94772-8991.
Conclusão
Respeitar o tempo de cura é o que garante a durabilidade do piso epóxi. Com a obra setorizada e os prazos cumpridos, o condomínio renova a garagem com o mínimo de transtorno.