Existe um tipo de umidade que age de baixo para cima e confunde muita gente: a umidade ascendente. Ela sobe do solo pela base das paredes, por capilaridade, e provoca descascamento, manchas e eflorescência na parte inferior — justamente onde a tinta comum não resiste.
Como identificar
O sinal clássico é o problema concentrado na faixa inferior da parede (do piso até certa altura), enquanto a parte de cima está saudável. Costuma vir acompanhada de tinta soltando, eflorescência e cheiro de mofo.
Por que sobe: o solo úmido cede água para a alvenaria porosa, que "puxa" a umidade para cima como um pavio. Sem barreira, a água sobe e evapora na superfície, deixando sais e danos.
Como tratar
- Barreira contra a capilaridade: impermeabilização específica na base, para cortar a subida da água.
- Remoção do reboco contaminado por sais, quando necessário.
- Argamassa e revestimento adequados na recuperação.
- Pintura só depois de a base estar tratada e seca.
Pintar por cima não adianta: sem cortar a subida da água, qualquer tinta na base descasca de novo. O tratamento é na origem, não na superfície.
Ligada à impermeabilização
A umidade ascendente é um problema de impermeabilização, primo da impermeabilização de fachada e da proteção das muretas em contato com o solo. Tratar a base protege toda a parede acima.
Conclusão
Umidade ascendente é a água que sobe do solo — e só se resolve com barreira na base, não com tinta por cima. Diagnosticada e tratada na origem, devolve a saúde à parede. A Pintura SP identifica e trata a umidade do seu prédio — (11) 94772-8991.
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